DILÚVIO NO SUL
RADAR ESPECIAL
COSTURANDO INFORMAÇÕES
O RADAR ESPECIAL do site ROTA IMPOPULAR publicou ontem informações sobre a volta do AZUL para o céu de Barão Geraldo (Campinas/SP), depois do extenso período de chuvas carregadas (Leia mais aqui). De repente um forte vento soprou na madrugada e “varreu” as nuvens, trazendo de volta as luzes do Sol. Estudando no site da METSUL Meteorologia, encontrei a imagem abaixo, que parece explicar tudo isso que escrevi (veja a inexistência de nuvens sobre o estado de São Paulo).

Acima: Imagem de satélite mostra movimentação sobre as regiões SUDESTE e SUL do Brasil (31/01/2008).
OK, enquanto aqui em Campinas vivemos dias de céu azul, no SUL brasileiro a situação parece que também reverteu, e para algo histórico:
RECORDE DE ÁGUA
CHUVA VIOLENTA EM SANTA CATARINA!
DIÁRIO CATARINENSE - 31/01/2008 - 22:11 horas
- Janeiro mais chuvoso desde 1980 em Florianópolis -
Durante todo o mês choveu 459 milímetros, quando a média é de 176 milímetros

Acima: Balneário Camboriú inundado. 31/01/2008. Foto: Marcos Porto - Diário Catarinense.

Acima: Enchente também em Joinvile, Morro do Meio. 31/01/2008. Foto: Cleber Gomes, Diário Catarinense.

Acima: Cascata Piraí aumenta com as chuvas em Joinvile. 31/01/2008. Foto: Cleber Gomes, Diário Catarinense.
MAIS INFORMAÇÕES EM: DIÁRIO CATARINENSE
Dilúvio mergulha Florianópolis no caos e nordeste gaúcho preocupa
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Instabilidades do mar e do continente se juntam e provocam um dilúvio no litoral sul do Brasil
Volume de chuva se aproxima de 300 milímetros em Florianópolis
LEIA ANÁLISE DOS ESPECIALISTA DA METSUL:
31 de janeiro de 2008 – Do calendário para os livros de história
O volume de chuva em Florianópolis já supera 300 milímetros. O acumulado em apenas 24 horas possivelmente se trata de um recorde para toda a série histórica da capital catarinense e provavelmente um recorde para o mês de janeiro. O episódio de 1995 deu-se numa seqüência de dias, mas neste 31 de janeiro de 2008 recém findo estamos diante de um extremo concentrado em menos de 24 horas. Chuva tão extrema levou à capital catarinense aos caos. A cidade decretou situação de emergência, condição que muito raramente se testemunha em uma capital estadual. O relevo e o clima regional favorecem que Florianópolis apresente eventos extremos de chuva, mas os fatos das últimas horas ultrapassam o nível do convencional e atingem um patamar do imponderável. Prever-se chuva intensa a mesmo extrema, como se fez durante toda a semana neste espaço em relação aos litorais de Santa Catarina e do Paraná, é prever-se menos do que se viu. A chuva, que ainda persiste, foi absurda. Inacreditável não se pode dizer porque não há como deixar-se de acreditar no ocorrido e provado. O fato é que se tratou do janeiro mais chuvoso desde 1980 e que culminou com um evento para os livros de história. Os extremos de maior chuva acumulada em 24 horas mensais relatados pela climatologia histórica informada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais dão conta de 122 milímetros em 1º de janeiro de 1963, 190,3 milímetros em 2 de fevereiro de 1979, 187,1 em 3 de março de 1978, 82,2 milímetros em 4 de abril de 1990, 133,8 milímetros em 5 de maio de 1981, 69,9 milímetros em 6 de junho de 1974, 241,9 milímetros em 7 de julho de 1973, 103,9 em 8 de agosto de 1977, 123 em 9 de setembro de 1977, 160,7 em 10 de outubro de 1986, 89,6 em 11 de novembro de 1983 e 144 em 12 de dezembro de 1983.
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ROTA IMPOPULAR
CIÊNCIA CIVIL
Tags: Chuva em Santa Catarina, Ciência Civil, Clima, Enchente, Fotos, Radar Especial
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